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VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA PSÍQUICA

Mais um caso de força bruta, desta vez num hipermercado Pingo Doce em Frielas.

Deixamos o texto que vem com o video.

“Violência Policial Contra Portador de Deficiência Psíquica

Os agentes policiais Correia Gomes da esquadra de #Odivelas e companhia agridem uma pessoa com deficiência psíquica. A pessoa antes de ser agredida, pediu para falar com o chefe do agente Correia Gomes que respondeu com “quem manda aqui sou eu, eu é que sou polícia”. O agente Correia Gomes interroga pela identificação da pessoa, aparentemente sem justificação ou acusação de crime cometido (senão o de questionar a agressividade do agente), ao negar prestar identificação, o agente responde com a violência desmedida vista no video.

Citamos em baixo o texto que foi pedido para partilhar.

Mais um exemplo do “uso e abuso da farda”.

“A sociedade em que vivemos!!!!

Um ser humano com deficiência psíquica decide ir ao Pingo Doce da Ponte Frielas.

Decide fazer uma reclamação…

O espectáculo que vão assistir de dois vídeos, irá relatar a detenção de um homem com deficiência psíquica.

A senhora de cabelo branco é a mãe do detido.

O sr. Agente que faz a detenção é da esquadra de Odivelas.

O detido pediu ao Sr. Agente queria falar com o chefe dele, o senhor agente como tem poder amplo da sociedade portuguesa diz” quem manda aqui sou eu, eu é que sou polícia “.
Pede a identificação ao Sr. Agente este diz-lhe o nome que usa ao peito.

O Sr. Agente reage e pede-lhe a dele.

O detido diz que não lhe dá é que quer falar com o chefe dele.

E vai ser este o final triste que vão ver!!!! 😡 😡 😡

O uso e abuso da farda.

Que Deus nunca lhe conceba um filho com qualquer deficiência física ou psíquica.

Reparem na linguagem ortodoxa que o Sr. Agente utiliza no segundo video”.

Retiramos do “Manual de Resistência Civil” (Pedro Bravo) este excerto.

“Quando é que se pode ser pedida a identificação?

(…)
Quando se conjuguem duas circunstâncias: (art 250º, nº1 do Código de Processo Penal)
1.º quando a pessoa estiver em lugar público, aberto ao público ou sujeito a vigilância policial;
2.º quando sobre essa pessoa recaiam fundadas suspeitas:
a) prática de crimes:
b) da pendência de processo de extradição ou de expulsão:
c) de que tenha penetrado ou permaneça irregularmente no território nacional:
d) de haver contra ela mandado de detenção
Considera-se que há «suspeitas de prática de crimes» quando existem sinais, vestígios, motivos ou causas para supor que determinado indivíduo cometeu um crime, que participou num crime ou se prepara para cometer um ou nele participar. Contudo, essa suspeita deve ser fundada i.e., tem de ser explicável, demonstrável e compreensível, lógica e racionalmente. Por isso, não são fundadas as suspeitas que decorrem do mero exercício do poder policial ou de qualquer pressentimento”

(…) Os agentes de autoridade policial, “mesmo uniformizado, têm de provar a sua qualidade de agentes de autoridade policial” tendo o dever de exibir a carteira de identificação profissional.

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