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PS mudou a lei para levar a cabo mais um grandioso saque aos portugueses

Mais uma negociação criminosa onde aqueles que nos governam oferecem, de mão beijada, o dinheiro dos portugueses ás empresas amigas. 10 mil milhões! Usam e abusam da lei em seu beneficio e mudam-na quando incomoda.

1º As scuts já foram pagas 3 vezes pelos portugueses, sempre com uma desculpa diferente, pagamos o mesmo as vezes que eles quiserem.

2º Na última renegociação chularam novamente o povo e ao mesmo tempo ofereceram rendas fixas ás empresas amigas a troco de nada. Caso não tenham lucro o estado oferece-o. Caso tenham lucro o estado oferece na mesma.

3º Renegociaram um contrato em que as portagens ficarão 58 vezes mais caras, ao estado do que o que estavam. Se antes devíamos 178 milhões agora ficamos a dever mais de 10 mil milhões de euros. fonte

4º Inadmissível, medidas piores que em países do 3º mundo, porque o normal, sem roubo, seria o privado suportar o risco dos seus próprios negócios mas neste caso, os nossos dirigentes brilhantes e criminosos, ofereceram os impostos dos portugueses para garantir o lucro privado. O projecto começou a correr mal e o governo oferece-se para pagar o prejuízo, e como se achasse pouco ainda paga o lucro.

5º As receitas que as portagens trazem ao estado, são de 250 milhões, mas em contrapartida o estado terá de pagar uma renda à Estradas de Portugal de 650 milhões! 62% de prejuízo!? Alguém com o mínimo de senso assinava um contrato onde tem que pagar mais do que recebe? Só mesmo os criminosos que gerem o dinheiro dos portugueses, os que vivem da corrupção e apenas visam falir o estado.
(Que tal? Vamos todos propor ao estado um negócio do género? Óbvio que vou propor ao estado dar-lhe todos os lucros que eu obtiver, sejam eles 200 euros ou 100 milhões, logo que ele me aceite pagar mensalmente, 650 milhões..!!.)

6º Obviamente com a crise e com o aumento dos combustíveis haverá uma quebra de carros a circular. O estado irá receber menos ainda de portagens, do que estava descrito em cima (250 milhões) mas as empresas privadas que exploram as estradas, não precisam de se preocupar com isso, pois mesmo que não passe nenhum carro nas ditas estradas, eles recebem rendas fixas pagas pelo estado, ou seja os nossos impostos.

Por isso, portugueses, escusam de evitar as SCUTS para poupar, pois mesmo que não passemos lá, pagamos as rendas fixas aos criminosos que as exploram, com os nossos impostos. Não pagas a bem, pagas a mal.

7º O consórcio privado, Ascendi (da Mota Engil e do Grupo Espírito Santo) ficará a ganhar com isto mais 2532 + 891 + 1977 milhões de euros. Mais para eles menos para nós… Note-se

8º Já a privada Euroscut receberá mais 1186 milhões.

9º Mas há mais… O governo não só renegociou ruinosamente como ainda usou estratagemas para escapar ao Tribunal de Contas, em 2006 o PS mudou a lei, pouco antes desta vergonhosa negociação, que permite, agora, modificar contratos sem pedidos de visto, assim ficou muito mais fácil o dito gamanço.
A Estradas de Portugal viram os seus estatutos alterados por iniciativa do Governo. Passava a ser uma entidade com toda a liberdade para se endividar directamente, sem limite.

Mais uma vez Paulo Campos teve grande destaque nesta história, também conhecido por lesar o erário público distribuindo tachos a amigos, este senhor é um verdadeiro poço de moralidade.
Mais desenvolvimentos do tema…

Antigo ministro da Agricultura advertiu que “não é aceitável que um Estado democrático tenha cláusulas secretas”, vincando que “não pode haver cláusulas secretas em contratos do Estado”.

António Barreto denunciou a existência de “cláusulas secretas” nos contratos das Parcerias Público Privadas (PPP).
“Eu sei há muito tempo, por acaso, há quatro anos que sei que há cláusulas secretas nas PPP”.

António Barreto limitou-se a dizer que o actual Governo, “já que as criticou em tempos, a primeira coisa que devia fazer era tornar todas as cláusulas transparentes”.

Video onde se noticia que mudaram a lei para poderem renegociar as PPP a favor dos amigos privados e contra os interesses dos portugueses e da nação.

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