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O ministro Vieira da Silva fez figura bem triste

O marroquino detido esta semana em França, por suspeitas de estar a preparar um atentado terrorista, recebeu um subsídio do Estado, que no último ano rondou os 250 euros mensais.

De acordo com o JN, para conseguir entrar em Portugal, o cidadão marroquino terá alegado que era perseguido no seu país por integrar o Movimento 20 de Fevereiro, grupo inspirado nas revoltas árabes e contestatário do regime de Marrocos.

Foi então encaminhado pela Segurança Social para a Fundação CESDA de Aveiro. Devido à sua condição de refugiado e por não ter profissão reconhecida, El Hanafi era apoiado financeiramente pelo Estado português. Para além de alimentação, residência e acompanhamento social, o agora suspeito recebia 190 euros de subsídio para pequenos gastos, detalha o JN.

De acordo com o jornal, El Hanafi estava sinalizado e a ser vigiado pela Unidade Nacional de Contraterrorismo desde 2015.

O ministro da Segurança Social defendeu-se das críticas recorrendo à ironia para dizer que ninguém avisa a Segurança Social de que é um terrorista.

André Ventura, ontem na CMTV, criticou Vieira da Silva dizendo que “o ministro em vez da figura triste que fez, deveria era mostrar publicamente o processo que levou este homem a estar em Portugal durante meses e a receber até prestações sociais do Estado.

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