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O caos no hospital de Famalicão. E ninguém fala disso, está tudo calado!

O ministro da saúde até ordenou a abertura de inquérito àquele hospital. E continua sem se passar nada!

O ministro da Saúde considera “absolutamente inaceitável” que uma mulher tenha estado seis dias à espera de uma cama nas urgências do Hospital de Famalicão, tendo já determinado a abertura de um inquérito.
“Determinei de imediato a abertura de um inquérito pela Inspecção-Geral das Actividades em Saúde e pedi à Administração Regional de Saúde do Norte que também fizesse o mesmo”, afirmou Adalberto Campos Fernandes, esta terça-feira, à margem da tomada de posse dos Corpos Gerentes da Misericórdia do Porto.

Classificando a situação de “absolutamente inaceitável”, o governante salientou ter a certeza de que o “hospital irá retirar consequências dessa situação”.

A edição desta terça-feira do jornal “Correio da Manhã” noticiou que uma mulher esteve seis dias nas urgências à espera de uma cama, no Hospital de Famalicão, integrado no Centro Hospitalar do Médio Ave.

A doente recebeu alta hospitalar na segunda-feira.

“Há outros doentes que estão há mais de 48 horas em macas nos corredores e numa sala sobrelotada à espera de passar para o internamento”, lê-se ainda na notícia.

Suspensão de cirurgias em tempo de gripe é “totalmente normal”

O ministro da Saúde garante que a suspensão de cirurgias de rotina por falta de camas em períodos de gripe é “totalmente normal” e uma “boa prática dos hospitais” como o de Tondela-Viseu.

“Não há nenhuma novidade”, respondeu Adalberto Campos Fernandes, quando questionado sobre o alerta feito esta terça-feira pelo Centro Hospitalar Tondela-Viseu, que poderá ter de cancelar cirurgias de rotina durante o plano de contingência por falta de camas para internamento.

Para o governante, “o que está a acontecer é totalmente normal, acontece sempre e é uma boa prática dos hospitais na gestão do seu contingente de internamento em termos de plano especial de Inverno”.

Segundo o ministro da Saúde, “faz parte todos os anos” dos planos de contingência “poder diferir alguma cirurgia não urgente” e “acomodar esses doentes dentro de um quadro de flexibilidade e de elasticidade do sistema”.

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