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MUNICÍPIOS – COMEÇAM OS GASTOS MEGALÓMANOS DO NATAL

O Natal é sempre uma (pseudo) legítima desculpa para alimentar o despesismo dos autarcas. Novembro ainda não acabou e algumas autarquias já deram sinais da febre natalícia. Ora vejamos alguns exemplos.

Viseu já anunciou que orçamentou 250 mil euros para as comemorações do Natal que incluem um castelo iluminado com 12 metros de altura plantado no Rossio (fonte: Público). Isto apesar do município viver uma situação dramática (e sem falar das consequências dos incêndios do mês passado) em virtude da seca e que obriga ao transporte diário de água via 32 camiões-cisterna para abastecer o concelho. Segundo o presidente da autarquia, “encontramo-nos numa situação de emergência que reclama medidas excepcionais. Este é um momento de grande responsabilidade colectiva. Os consumos de água devem ser radicalmente moderados e racionalizados. Por cada litro de água paga pelo utilizador, o município está a pagar o valor equivalente a dez litros.” (fonte: Observador)

Guarda gastou 9.800,00 € (+IVA) só no “espectáculo para a inauguração da requalificação do Parque Municipal e ligação da iluminação de Natal 2017”.
A empresa municipal Águas de Gaia já adjudicou o almoço de Natal para os seus trabalhadores e reformados pelo preço de 9.018,00 € (+IVA) à conhecida empresa de empreendimentos turísticos Solverde.

Silves já garantiu a compra de cabazes de Natal para os seus funcionários pelo preço de 33.989,06 € (+IVA).

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