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Henrique Neto, do PS, afirma que “Sócrates está no topo da pirâmide, dos que dão cabo disto”

Henrique Neto descreve como a maçonaria influencia o poder. Não perca o video no final do texto, onde se explica como o parlamento está dominado pela maçonaria.

«Sócrates fala mentira» e usa «técnicas da maçonaria»

«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», diz histórico socialista.
Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates «é um vendedor de automóveis» que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».

Em entrevista ao «Jornal de Negócios», Henrique Neto recorda que da primeira vez que viu Sócrates discursar pensou: «Este gajo não percebe nada disto».

«Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir:
«Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis». (um video que o comprova)

«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», adiantou. O histórico socialista diz que o primeiro-ministro «tem três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira». (um video que o comprova)

Henrique Neto descreve a forma como decorreu a última comissão política do PS, no dia em Sócrates apresentou as medidas de austeridade. Conta que o secretário-geral do PS convocou a reunião de última hora, «para ninguém ir preparado», e organizou os trabalhos para que «o grupo dos seus fiéis fizesse intervenções umas a seguir às outras». «A ideia dele era que o partido apoiasse as medidas», afirma.

«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas de maçonaria para controlar a verdade».

«Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.

Videos que provam a integridade e isenção de Henrique Neto e a sua preocupação com o bem nacional. Este não é ceguinho por partidos…

Parte da entrevista a Henrique Neto.

“A maçonaria corrompe o PS e a democracia com alianças secretas”

“Salazar dá por certo voltas no caixão quando hoje fazemos concessões estratégicas aos espanhóis”
Deste governo, Henrique Neto diz que mantém aquilo que caracterizou os anteriores, a falta de estratégia e a defesa dos interesses das grandes empresas de serviços e bens não transaccionáveis, contra os interesses das empresas que poderiam tornar Portugal competitivo na economia moderna se houvesse incentivo à exportação.

(…)

Durante o governo de José Sócrates denunciou técnicas da maçonaria que, no seu entender, abafavam, no PS, os processos democráticos. O PS mudou desde então?

Técnicas maçónicas, usadas por maçónicos. A maçonaria tem uma grande importância no PS. A maçonaria tem essa diferença em relação ao país – a maçonaria tem e sempre teve uma estratégia, uma estratégia de poder. Não o poder como instituição, mas o poder para os membros da maçonaria. Hoje o poder é poder económico. E como o secretismo é uma vantagem, é fácil aos maçons controlarem deliberações, grupos de decisão. Tenho experiência de quando estava no parlamento. Numa comissão de inquérito, se quatro ou cinco das 20 pessoas são da maçonaria, os outros votam de acordo com a sua visão e eles decidem todos juntos a nomeação de alguém, numa instituição, num concurso público, e a maçonaria tem vantagem.

E quando estão em partidos diferentes?

Agora nesta polémica recente com as secretas, verificou-se que três dos cinco líderes parlamentares são da maçonaria. Quando foram escolhidos, não foi a maçonaria que enviou uma carta a mandar que fosse escolhido aquele senhor, mas foram as pessoas da maçonaria que estavam no grupo parlamentar que foram empurrando os seus correligionários.

Se os temos em diferentes partidos, há maior risco de serem tomadas decisões contra os interesses do Estado?

Estes problemas da energia, os custos da energia, uma pessoa como o António Mexia, ou o Jorge Coelho, ou o Relvas – têm todos ligações à maçonaria. Sabemos que há grupos de interesses.

A Ongoing estava a organizar o seu grupo de interesses, de certo modo estava a copiar o grupo BES, que tem isso já mais organizado na parte mais privada da economia, tem uma organização muito eficiente.
Manuel Pinho é um homem do BES, o Durão Barroso era um homem próximo do BES, que lhe pagou os estudos nos EUA.

Ao Manuel Pinho não pagaram os estudos, mas pagou a EDP, que o Manuel Pinho tinha apoiado e onde o BES tem bastante poder, como na PT – o presidente da PT é um protegido do grupo BES há 30 ou 40 anos.
É louvável proteger e dar educação a uma família pobre, mas tudo isto cria uma malha que depois desvirtua o método democrático.

Miguel Frasquilho, vice-presidente da área de Economia do grupo parlamentar do PSD, é um homem do BES.
Sócrates foi muito apoiado pelo BES, disseram bem do governo, Ricardo Salgado nunca negou elogios a Sócrates. Mais – os banqueiros, no seu conjunto, BCP, BPI, Santander, não foram mais cedo apontar a faca ao peito de Sócrates para ele pedir ajuda porque Ricardo Salgado lhes pediu, na sede da associação dos bancos, que não o fizessem.

A Ongoing saiu do nada e sabia que tinha de criar a sua rede de influências. Eles ajudavam Sócrates com a TVI e o governo ajudava-os nos créditos do BES e da CGD. A nenhum português um banco emprestaria 500 milhões de euros como emprestaram à Ongoing.

Com resultados perversos para a democracia, não?

Um é perfeitamente evidente: o enfraquecimento daquilo que nas sociedades modernas é muito importante – a sociedade civil e as lideranças da sociedade civil. Os líderes da sociedade civil são capturados por esses interesses. Veja o exemplo do actual presidente da EDP, Eduardo Catroga. É um homem com qualidade, é um líder de opinião, e não temos tantos como isso. Antes de o governo actual ter sido eleito e mesmo depois, antes de ter sido nomeado para presidente da EDP, Catroga era dos críticos mais ferozes e mais contundentes da questão das rendas excessivas – na energia, PPP. A partir do momento em que passa a ser presidente da EDP, justifica, das maneiras mais absurdas, as rendas excessivas. Se pensarmos que isto acontece com um, dois, três, dez destes líderes – e acontece com as pessoas que estão nos mais diversos cargos na CGD, na GALP, na EDP, na REN, etc. –, há muito poucas que permanecem independentes, que não se vendem.”

Com este último paragrafo, ficamos a perceber mais uma das muitas razões das nomeações de boys, neste caso, para o silenciar e para se vender ao sistema. Nada como ser contra as rendas para depois se ser nomeado para gerir e defender as rendas, e para isso ganhar 45 mil euros mês… Prostitutas politicas, que fazer?

As seitas secretas continuam a recrutar fieis seguidores que sirvam a seita maçónica, acima de qualquer outro valor.
Um deputado do PSD diz que a maçonaria faz convites em pleno Parlamento. Mendes Bota garante que não aceitou porque gosta de transparência. Estas revelações foram numa manhã em que surgiram mais notícias a dizer que os líderes parlamentares dos três maiores partidos fazem parte da maçonaria.

A maçonaria anda à caça de deputados??

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