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Fisco deixou prescrever mais de 430 milhões em impostos em 2017

A Administração Tributária conseguiu evitar uma maior prescrição de dívida em impostos do que o ano passado, mas revelou um desempenho pior na dívida que conseguiu recuperar.

O Fisco deixou de cobrar 434,7 milhões de euros em impostos no ano passado, revela a Conta Geral do Estado de 2017 (CGE2017)publicada esta segunda-feira pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO). Apesar disso, o montante de impostos que ficou por arrecadar é inferior ao registado no ano anterior.

Em 2016, tinham ficado por prescrever 631,1 milhões de euros, mostra o documento revelado pela DGO. Isto significa que o valor de impostos que deixa de entrar para os cofres públicos recuou 196,4 milhões de euros, o equivalente a 31,1%. Um resultado que acontece no ano em que a carga fiscal atingiu um valor recorde.

“O valor registado das dívidas cuja prescrição ocorreu em 2017, e cuja impossibilidade legal de cobrança foi verificada, evidencia um forte decréscimo do valor das dívidas prescritas, o que resulta do trabalho que tem vindo a ser realizado ao longo dos anos anteriores no sentido do saneamento da carteira da dívida“, explica a CGE2017.

60% do aumento são impostos para o costinha abichanar o “fim da austeridade”.

Não só o canalha aumentou o imposto que dizia reduzir quando e se o preço do petróleo aumentasse, como sempre que o petróleo aumenta, o canalha saca ainda mais impostos em cima do aumento do petróleo.

Com canalhas assim, a austeridade não só nunca termina como se agrava. A única coisa que nunca diminui, para além do preço para todos os que pagam, é o descaramento da filha-pu****m, a mentira da propaganda.

O governo das esquerdas encostadas (ao tacho) aumentou tanto a carga fiscal mas a realidade é que o défice ficou nos 3%. Pagamos montes de impostos, a economia cresce só o défice não baixa. Quer dizer o quê? Que os gastos são maiores. O socialismo é uma politica que dá cabo de qualquer cofre. Não há dinheiro que vede, nas mão socialistas. Vamos ver até quando se conseguem manter sem ajuda externa…. O discurso de Mário Centeno já anda a prever, só que não diz quando.

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