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Felizmente e finalmente o mundo viu-se livre de um dos maiores assassinos de todos os tempos

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A esquerda está muito triste, porque a esquerda divide os ditadores em ditadores bons quando são de esquerda e ditadores maus quando são de direita e hoje morreu um dos seus. É claro que este que acaba de desaparecer era um excelente ditador. Não prendia e se necessário não matava os opositores, dava ao seu povo todas as liberdades como a de livre expressão, não tinha uma polícia política, ia a eleições de quatro em quatro anos, respeitava a iniciativa privada, o seu povo vivia feliz e contente sem ter que se atirar ao mar em frágeis balsas para fugir do paraíso, etc. etc. Uma maravilha. Mas não esteja a esquerda desesperada porque não fica totalmente órfã, ainda lhe resta aquela preciosidade da Coreia do Norte, que o camarada Bernardino Soares tem dúvidas se não se tratará, afinal, duma recomendável democracia.

O mal dos dos cubanos não é a morte de Fidel. O mal é a vida de Fidel e ter dado 60 anos de miséria e sofrimento a um povo que não merecia. Esperemos que com a sua morte surja uma esperança de modernidade, crescimento e prosperidade para os cubanos. Morreu um ditador sanguinário. Morreu o comunismo em mais um país.

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