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É um fartar de vilanagem: 116 mil euros do estado, gastos em almoços e outros luxos pessoais.

Muitos poderão pensar que roubar 116 mil euros, comparado com o saque do BPN (10 mil milhões)… são apenas migalhas. Mas como diria o proverbio – “Grão a grão enche a galinha o papo”, neste caso esvazia-se o “papo”, que é o erário público… Tantos a roubar, uns muito, outros pouco, o que é certo é que os impostos já não são suficientes para restabelecer os buracos dos incessantes desfalques.

Por isso nunca é demais divulgar, forçando a verdade a instalar-se na vida dos portugueses que tanto teimam em nega-la, continuando a votar em criminosos e a pactuar com eles.

Este é apenas mais um dos desfalques expostos, entre os muitos que nunca chegam a ser descobertos:

Entre 2007 e 2009 desviou 116 mil euros dos nossos impostos.

“Gil Martins, antigo comandante da Autoridade Nacional de Proteção Civil foi acusado pelo Ministério Público dos crimes de peculato e falsificação de documentos.”
– 70 mil euros em restaurantes
– mais de 12 mil euros em equipamentos de tv e vídeo, telemóveis e acessórios
– 8500 euros de material informático e mais de mais
– 2200 euros em hotéis.

“O esquema, segundo a acusação, passou pela falsificação das escalas do chamado dispositivo especial de combate a incêndios florestais que prevê remunerações especiais no reforço de bombeiros e meios nas épocas criticas de fogos.
Entre 2007 e 2009 os bombeiros voluntários de Barcarena terão recebido pagamentos indevidos, verbas que chegariam a Gil Martins através de cheques da corporação endossados ao motorista (quadro dos bombeiros de Barcarena), que depositava o dinheiro e posteriormente o levantava e entregava ao comandante operacional.

O Tribunal Criminal de Lisboa condenou o ex-comandante nacional da Autoridade Nacional da Protecção Civil Gil Martins a quatro anos e seis meses de prisão, suspensa na execução pelo mesmo período, por peculato.

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