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Desde 2007 que os sucessivos governos sabiam da bronca da CGD – e nada fizeram!

O risco de fraudes já era conhecido pelos sucessivos governos desde 2007. Só em 2014 se fez algo em relação a isso.

O órgão fiscalizador do banco tinha já identificado em 2007 para os riscos de fraude. Tanto o Governo (nos vários governos, alias) como a administração da CGD tinham conhecimento pois tinham sido avisados. E nada fizeram.

O ROC (Revisor Oficial de Contas) da CGD verificava risco de fraudes e outros erros e notificava as entidades que devia notificar. Mas não existiu o devido acompanhamento do caso.

Em 2007 o ROC avisou que existiam “fraudes ou erros”, devido às limitações do SCI – Sistema de Controlo Interno, nas áreas de gestão de risco, compliance e auditoria interna.
Na altura, o Governo era liderado por Sócrates e o Banco de Portugal era liderado por Vítor Constâncio, que também nada fez.

Apesar das informações avançadas em 2007 e nos anos seguintes, em 2015 continuavam a existir erros, segundo a notícia do Jornal Económico citada pela ZAP.

Toda esta situação fez com que a CGD estivesse exposta a um aumento grave de exposição ao risco, tal como a EY assinalou na versão preliminar da auditoria à gestão da CGD.

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