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Desapareceram misteriosamente os exames do bebé que morreu na Guarda

Os investigadores estão sem possibilidade de acesso uma prova considerada essencial.

Segundo o JN, a administração da unidade local de Saúde da Guarda informou o Ministério Público que os registos cardiotocográficos efectuados à grávida extraviaram-se.

Em causa estão tanto os exames feitos na véspera da tragédia, como os que a mãe da bebé fez quatro minutos depois de ter dado entrada na urgência. Este último é, aliás, um documento considerado fundamental pelos investigadores, uma vez que permite saber se o feto estava ou não vivo quando a mãe foi observada.

Mas há mais problemas para a investigação. Segundo o “Correio da Manhã”, os inspectores da Polícia Judiciária também ainda não conseguiram ter acesso às imagens de videovigilância que comprovariam o tempo de espera a que mãe, que entrou no hospital em trabalho de parto, foi sujeita.

Os serviços alegam dificuldades técnicas para não disponibilizar as referidas imagens. O caso está a ser investigado pelo Ministério Público e o próprio hospital abriu um inquérito interno.

O caso aconteceu no dia 16 de Fevereiro, na Unidade de Saúde Local (ULS) da Guarda.

Segundo a família, a parturiente esteve à espera do médico mais de hora e meia, apesar de estar com perdas de sangue.

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