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COMO O ESTADO PAGOU 5 MILHÕES POR UM PROJECTO QUE NÃO FOI FEITO

O negócio ruinoso da quinta da Falagueira, na Amadora, cujos terrenos são do Estado.

Como explicou a reportagem o Sexta às 9, o contrato para construção de um empreendimento imobiliário na Amadora foi assinado oito dias após o então primeiro-ministro José Sócrates ter passado umas férias de luxo na ilha privada do irmão deste empresário. Vasco Pereira Coutinho foi o homem escolhido para a parceria estabelecida por ajuste directo com o Estado, proprietário dos terrenos na Quinta da Falagueira.

Isto depois de o Governo da altura ter dito que a hasta publica para concessionar o terreno da Falagueira tinha ficado deserta. Por incrível que pareça, ninguém sabe se esta hasta pública chegou mesmo a acontecer ou se o negócio foi entregue de bandeja ao amigo de José Sócrates, que hoje reclama uma indemnização de 148 milhões de euros.

A reportagem também revela que o Estado pagou a uma dos maiores arquitectos do mundo, Norman Foster, por um projecto que não foi feito. Ao todo foram cinco milhões de euros para Norman Foster, Gonçalo Byrne e para uma dezena de gabinetes de arquitectura e engenharia.

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