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CAMARATE – ATENTADO RECONHECIDO MAS ADIADO ATÉ À IMPUNIDADE.

NESTE VIDEO, UM EX-DEPUTADO RECONHECE CAMARATE COMO ATENTADO, MAS SEM ALARMISMO, JÁ PRESCREVEU, ESTÃO TODOS SALVOS!

Farinha Simões, (da CIA), colocou em video no youtube a confissão, onde relata em detalhe, como e quem organizou o atentado.

O atentado, onde faleceu Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa e a restante comitiva, é reconhecido como tal, mas os assassinos ficarão impunes. No entanto, nesta entrevista ao deputado José Ribeiro e Castro, percebemos que o descaramento da justiça e a impunidade dos donos de Portugal, continua no auge.

Já passaram muitos anos, mas o tempo não pode apagar determinadas coisas, não temos o direito de o permitir. A Justiça, os valores morais e a história não se apagam, ensinam-nos alguma coisa. O que fica, a pesar, deste crime hediondo… é que os criminosos que arruínam e arruinaram Portugal, não só permanecem ilesos e impunes, como conseguem manter-se na ribalta. Com bons cargos, com poder, com tachos de responsabilidade, com vidas regaladas e de luxo.

E esta situação prevalece, ainda hoje e desde há 3 décadas, por isso não venham dizer que Camarate foi há 30 anos, porque Camarate continua a destruir Portugal tidos os dias. A impunidade, a corrupção e a injustiça, que marcam o caso de Camarate, não foi algo do passado, é algo bem presente .. e é isto que não percebemos.

Até ao minuto 3 descreve porque é que houve tantas comissões, e explica que os processos eram sempre interrompidos com a dissolução da AR ou outros acontecimentos. Enfim, um descaso, muito conveniente.

O deputado afirma, que já em 1991, na 4ª comissão de inquérito, o Parlamento declarou, várias vezes, que tinha sido um atentado. Foi confirmado pelo Parlamento mas não pela justiça.

A justiça não agiu bem. Não investigou e o crime já prescreveu, claro. E apenas prosseguiu a investigação, porque as famílias das vitimas insistiram e assumiram as responsabilidades que eram do estado, e apresentaram a acusação. Caso contrário o processo teria terminado, sem nenhuma conclusão logo em 1995. A actuação da MP, da PJ, da Direcção geral da aeronáutica civil, são muito criticáveis.

Já no minuto 11 afirma que a agenda parlamentar tem andado muito ocupada, o que não permite dar atenção a estes casos.

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