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Até um leigo geria melhor o dinheiro do estado. 45 milhões de euros para abortos!

Nos Açores não há médicos dispostos a fazer abortos. Por isso mandam as senhoras de avião para o continente para abortarem na Clínica dos Arcos (Privada).

O governo paga transportes para o casal, estadia por dois ou três dias e a intervenção cirúrgica, que nas clínicas privadas é feita com anestesia geral.

No entanto pessoas que precisam de fazer qualquer outro tipo de intervenção cirúrgica, grave e muitas vezes vital, aguentam o desespero de ter que esperar meses!!!!!

Mas não é apenas nas ilhas que se envia para o privado, também em Portugal continental praticam este tipo de despesismo.

No serviço nacional de saúde, 75% dos médicos são objectores de consciência, o que faz com que não haja médicos suficientes, mas não se compreende como é que no privado há!!!??? Será que os objectores ficaram todos no estado e os outros foram para o privado? Ou é apenas um negócio?

A lei do aborto permite abortos, grátis, sem limite por mulher, o que faz com que haja mulheres que utilizam o aborto como anticoncepcional. Ou seja não tomam cuidados alguns, não respeitando o SNS nem respeitando as polémicas em torno do aborto.

A partir do 2º ou 3º aborto deveria ser pago. Digo eu…

O aborto, pago pelo estado, deveria reger-se por normas que levem as pessoas a ser cautelosas e a evitar o aborto, nunca facilita-lo ao ponto de haver mulheres a usa-lo como “contraceptivo”.

Em 2010, a Clínica dos Arcos fez 5861 abortos, dos quais 4383 foram encaminhados pelo SNS. O Estado suportou os custos e pagou cerca de 2,2 milhões de euros. Em 2011, e até Abril, a clínica já efectuou 2196 abortos, mas não precisou o número de mulheres provenientes dos hospitais públicos.

“O Governo regional dos Açores gastou quase 400 mil euros com a deslocação para Lisboa de mulheres que querem fazer abortos legais. Nas nove ilhas do arquipélago, apenas dois médicos não são objectores de consciência, o que obriga a maioria a viajar para a capital para interromper a gravidez. “fonte

Estado gastou 45 milhões de euros, em abortos, desde que a lei entrou em vigor.

Cada interrupção voluntária da gravidez custa 700 euros, em média. Em 2011 foram gastos 11,5 milhões de euros.

Desde que a lei entrou em vigor, em meados de 2007, a interrupção voluntária da gravidez (IVG) custou aos cofres do Estado quase 45 milhões de euros.

É a primeira vez que o governo dá a conhecer dados sobre os custos do aborto e a tendência aponta para gastos na ordem dos 12 milhões de euros por ano. Só nos primeiros dois anos – 2007 e 2008 – os valores foram inferiores.

Os gastos do Estado com a interrupção voluntária da gravidez têm sido um dos argumentos dos defensores do “não” à despenalização, mas os números apresentados pela Federação pela Vida são muito superiores aos do governo. Um estudo deste movimento apontava, em Fevereiro, para gastos, directos e indirectos, na ordem dos 100 milhões de euros.

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