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As florzinhas da avenida da Liberdade, alegram empresas fornecedoras de flores.

Encontrei este artigo, mimoso, com mais uma denuncia de despesismo e favorecimento de empresas amigas… Não consegui apurar as fontes sobre as despesas, pois o autor apenas se limitou a divulgar, sem as indicar.
Vale o que vale, portanto.

A ser verdade é apenas mais um escândalo de um país pobre com governos ricos.

“E, a cada três meses, a lavoura sobe à cidade. Os vinte canteiros aos ziguezagues da urbana avenida da Liberdade e os seus milhares de florzinhas são impiedosamente lavrados, adubados e replantados. Apesar de existir um horto municipal, é por ajuste directo a uma empresa que se compram as plantinhas. Pelo menos foi assim ano passado. E são muitas! Em Maio, 27.360 pés por 34.980€, seguindo-se dois meses depois mais 5.650 pés a 16.102,50€. Nesse ano a média do pé andava, portanto, pelos 1,55€. Ora, isto quatro vezes por ano há-de nos ficar em 140.000€/ano (aí uns 300 salários mínimos), que multiplicados pelos quatro anos de manutenção já pagariam um parque como deve ser e que tanto precisamos. Será sustentável este luxo? De qualquer forma, hoje nem calha mal a lavoura porque ouve-se, a espaços, música pimba vinda de uma barraca em frente à coitada da Arcada.”

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