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Arrogância e ego do primeiro-ministro de Portugal

Bruno Nogueira criticou a reacção do primeiro-ministro à catástrofe dos fogos:
“Numa altura destas esperava-se muito mais do que uma pose altiva e palavras frias e técnicas”.

“Há uma coisa que aos olhos de Portugal afasta António Costa desta tragédia e que deixa um vazio tremendo em quem procura uma palavra de conforto: a arrogância do discurso. O tom condescendente. Numa altura destas esperava-se muito mais do que uma pose altiva e palavras frias e técnicas. Esperava-se mais do que o absolutamente necessário e óbvio visitar das vítimas e dos locais consumidos pelo fogo.

Esperava-se que o primeiro-ministro de Portugal tombasse com quem tombou para dizer que agora nos íamos erguer todos juntos, custe o que custar. Esperava-se que o lado humano espreitasse e nos dissesse que a dor de ver isto tudo é suficiente para baixar por momentos a guarda e falar mais do coração e menos da cabeça.

Palavra que queria ter visto isso nos olhos e nas palavras de António Costa, mas acabei por ver só um político que num momento decisivo deixou que o ego crescesse mais do que as chamas”

Bruno Nogueira

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