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400 CARROS DE LUXO PARA AS ÁGUAS DE PORTUGAL! SÓ PARA AS CHEFIAS

Mais uma despesa vampiresca do erário público. 400 viaturas, topo de gama, usadas para os luxos dos que gerem as Águas de Portugal.E ainda há que juntar as despesas colossais de combustível. Só um dos funcionários gasta 7 mil euros por ano o que perfaz uma bela média de 20 euros por dia, segundo o video!!!! Escandalizem-se!!! Partilhem sejam cidadãos activos e protectores do que é nosso.

Mais… há ainda que perceber que a empresa tem uma frota que totaliza 1.190 viaturas!!

Como justificação para este abuso descarado, a AP afirma que precisam de muitas viaturas porque têm funções de Norte a Sul de Portugal… Como somos um país de atrasados mentais eles podem dar-se ao luxo de explicar as coisas assim? E safam-se?

Alguém acreditará que isso justifique tamanha má gestão e o excesso de carrinhos pagos por todos nós? Como é óbvio, todas as grandes empresas (públicas ou privadas) que fornecem o país de Norte a Sul certamente têm funcionários residentes e departamentos em diversas zonas de norte a sul… ou vivem todos em Lisboa e deslocam-se diariamente para o serviço, a norte e sul??? Que ridículo.

É vergonhoso todo este panorama, e incoerente a justificação. Até porque as 400 viaturas referidas são apenas as viaturas de técnicos superiores e não dos piquetes.

“Em comunicado, o grupo AdP justifica que emprega cerca de 5.300 trabalhadores «que exercem funções em praticamente todo o país, do Norte ao Sul», justificando assim o volume de viaturas ao seu dispor. O grupo conta com 1.190 viaturas de serviço, das quais 388 são automóveis atribuídos a administradores e quadros directivos.

O diário afirma que existe uma frota de cerca de 400 carros de alta cilindrada ao serviço de médios e altos quadros da empresa pública, e que os gastos mensais em combustível chegam a milhares de euros por viatura. O jornal adianta que os automóveis são também utilizados pelos colaborados para fins pessoais. CDS-PP considerou «inaceitável» as práticas de aluguer de viaturas daquela empresa pública que, segundo recorda a deputada Cecília Meireles, «já ultrapassou» o limite de endividamento estipulado pelo Governo para este ano. O Governo ordena a suspensão imediata do plano de renovação da frota automóvel de todas as empresas do Grupo Águas de Portugal.

A decisão do Governo surge na mesma semana em que o jornal «Correio da Manhã» noticiou que no presente ano já foram substituídas 34 viaturas de alta cilindrada. fonte, Mais…

Para finalizar, repare-se bem na frase realçada na citação “já ultrapassou o limite de endividamento”, ou seja as empresas públicas não tem metas para atingir poupança ou sustentabilidade, e claro muito menos o lucro, têm metas de endividamento… podem desorganizar-se, esbanjar, comprar muitos e muitos carros, vender combustível, porque AFINAL, PODEM ENDIVIDAR-SE ATÉ ULTRAPASSAR O LIMITE, QUE NINGUÉM SE ESPANTA… é a meta!!

Já podemos imaginar o chefe a falar de metas:

– Pessoal ainda estamos longe de atingir as nossas metas, o endividamento ainda não foi alcançado, vamos fazer um esforço conjunto e comprar mais uns carros…

Gestores destes, em países decentes, estavam no desemprego ou até presos… em Portugal são os maiores, com cargos importantes em empresas vitais para o país, milhões de euros do país, com carros topo de gama, salários topo de gama e metas para dar prejuízo.

Águas de Portugal gastou 3,8 milhões de euros com viaturas

Uma auditoria do Tribunal de Contas detetou que os custos com viaturas ao serviço do grupo Águas de Portugal aumentaram entre 2010 e 2011, recomendando que a tutela e os gestores tomem medidas para reduzir esta despesa. Embora exista “maior rigor na gestão das viaturas”, com o encargo a descer de 2,5 milhões de euros em 2006 para 780 mil em 2011, o Tribunal de Contas (TC) salienta que os custos têm vindo a aumentar, na sequência de um despacho de 24 de Setembro de 2010 que visava o efeito contrário. JN

Quando os cortes de pessoal e despesismo são grandes, a privatização aproxima-se.

“Águas de Portugal limpa mais de metade das suas chefias em 2014

Anúncio foi feito pelo ministro Moreira da Silva, em audição na comissão parlamentar de Ambiente. Corte atinge 55% das chefias do grupo Águas de Portugal.” Ler mais:

AS PPP DO SECTOR DA ÁGUA, LESAM O INTERESSE PÚBLICO

O Tribunal de Contas (TC) acusa a Entidade Reguladora do Setor das Águas e Resíduos (ERSAR) de negligenciar a defesa do interesse público por não promover junto dos municípios a renegociação dos contratos de concessão de água.

“A ERSAR não tomou qualquer iniciativa, direta e concreta, com o objetivo de promover, junto dos municípios concedentes, o acatamento das recomendações formuladas pelo TC, pelo que se considera uma situação não consentânea com a defesa do interesse público”, revela uma auditoria do TC hoje divulgada.

As recomendações em causa constam de uma outra auditoria do TC, do ano passado, sobre ‘Regulação de Parcerias Público-Privadas (PPP) no sector das águas’ que incidiu sobre 19 das 27 concessões municipais em baixa (distribuição de água às populações) adjudicadas a operadores privados.

O TC avaliava de forma muito crítica os encargos públicos com concessões das águas (que atingiram os 93,4 milhões de euros em junho de 2013) e propunha um corte de 10% na remuneração acionista, além de apresentar um conjunto de recomendações ao Governo e à ERSAR, que tiveram no caso do regulador “um nível de acolhimento insatisfatório”.

Na resposta ao Tribunal, a ERSAR alegou que tem promovido junto dos municípios “a adoção de todas as medidas que em cada caso se revelam mais adequadas”, mas manifestou reservas em termos da concretização de algumas recomendações como a implementação de mecanismos de partilha de benefícios com os utentes e/ou concedentes, materializada nos respetivos contratos ou eliminação de cláusulas contratuais que impliquem a transferência de riscos operacionais, financeiros e de procura para o concedente.

Por outro lado, admite-se que “a recente transformação da configuração institucional da ERSAR, I.P., (para entidade administrativa independente) ” reforce as suas competências como entidade reguladora e contribua para “sanar a falta de meios” e melhor defender o interesse público.

Quanto às PPP para concessões de água em baixa, o TC considera que “não obstante as falhas e insuficiências” identificadas, “o modelo de gestão concessionada pode constituir um adequado instrumento de contratação pública”, desde que siga algumas regras.

Entre os “pilares-chaves” incluem-se um nível de densidade populacional que sustente o investimento programado, partilha equilibrada dos riscos entre concedentes e concessionárias, cláusulas de partilha de benefícios que permitam que o reequilíbrio financeiro funcione, também, em benefício dos municípios e dos seus utentes, por via da redução do tarifário e implementação de mecanismos de penalização e responsabilização das concessionárias por situações de incumprimento.

“Os municípios concedentes (…) demonstraram disponibilidade para concretizar as medidas recomendadas, apesar de sublinharem a omissão da ERSAR no que respeita à promoção e divulgação das recomendações do Tribunal”, sendo particularmente crítico o comentário de Barcelos, acrescenta o documento.

Os municípios concedentes são: Alcanena, Alenquer, Azambuja, Barcelos, Batalha, Campo Maior, Carrazeda de Ansiães, Cartaxo, Cascais, Elvas, Gondomar, Fafe, Figueira da Foz, Fundão, Mafra, Marco de Canaveses, Matosinhos, Ourém, Paços de Ferreira, Paredes, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, Setúbal, Trancoso, Trofa, Valongo e Vila do Conde.

Quanto ao Governo foi “positivo o facto de este ter procedido à revisão do estatuto da ERSAR”.

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