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2,798 milhões/ano é a renda do Hospital de São José, que era nosso e o PS vendeu

 

Os nossos brilhantes Governos insistem em “destruir” o património nacional só para disfarçar o quanto são incompetentes e despesistas. Sabia que venderam os nossos hospitais? Curry Cabral e S.José e agora pagam milhões de aluguer, por eles?

Mas não é tudo, fique a conhecer mais vendas ruinosas, do Património nacional.

O estado realizou 980 milhões de euros, com vendas de património que logo a seguir alugou, a ele próprio, por rendas altíssimas.

Em 10 ou 12 anos já terá gasto os 980 milhões das vendas, em rendas, que depois ficaremos a pagar para sempre, sem qualquer retorno. E nós povo, futuro pagador destes “pecados” de má gestão e interesses obscuros… nada podemos fazer para os parar.

Pagam milhões de euros de rendas e a despesa pública sobe vertiginosamente, 152 mil euros por MINUTO.!!!

Com a intenção de realizar milhões com urgência, e apenas para camuflar os buracos do estado e esconder o deficit, o estado caiu num circulo ruinoso de venda de património. Com escassos benefícios a curto prazo e prejuízos incalculáveis, a longo prazo (10 anos)

Entretanto o estado vai ficando mais pobre despojado do património imobiliário, e com rendas incomportáveis, elevadíssimas e fixas.

Caiado Guerreiro, fiscalista, explica que este tipo de manobras financeiras, nem deviam ser permitidas e a UE, devia proibi-lo. Pois serve apenas para ludibriar os resultados do deficit e arruinar o país.

– A venda do hospital S. José e o Curry Cabral que nos deixou, a nós contribuintes, a pagar milhões de euros de renda, são os casos mais chocantes ou graves. Venda realizada em 2010.

Hospital S. José pagamos de renda, 2,798 milhões/ano

Hospital Curry Cabral, apenas pelo aluguer de algumas partes e serviços, ficamos a pagar renda de 1,400 milhões/ano.

O governo desfez-se de vários hospitais e comprou um terreno por 14 milhões onde pretendia construir um hospital central para substituir os vendidos, mas até agora nem a primeira pedra se lançou.

Esta é uma forma de realizar dinheiro para disfarçar o deficit, mas ao mesmo tempo empenhar o futuro. Pagaremos a longo prazo, aquilo que já era nosso.

Envolvidos neste caos difícil de compreender e de deslindar encontra-se um polvo de várias empresas intermediárias que compram e vendem o património.

Uma das razões porque os estados se endividaram tanto é precisamente porque a UE permite estas aldrabices contabilísticas aos estados. E enquanto a UE aceitar contabilidade CRIATIVA, estas medidas ruinosas vieram para ficar e incrementar, e só não vendem o Mosteiro dos Jerónimos porque fica mal, ironiza o fiscalista.

A lista de vendas e revendas mirabolantes continua, ao longo do video.

Caiado Guerreiro, acrescente que estamos a transformar um património, numa despesa corrente permanente. Por isso o estado vai aumentar e muito a sua despesa corrente.

Sá Fernandes, surge nesta curta reportagem afirmando que qualquer empresário competente, nunca procederia assim, mas o estado procede porque sabe que nunca irá responder pelos encargos futuros.

O estado estava nesta altura a pagar quase 3 milhões de euros em rendas mensais, que continuam a engordar a divida pública. A impunidade e irresponsabilidade mais uma vez a permitir a destruição da nação.

“A razão deste procedimento prende-se com questões de engenharia financeira de um Estado devorador e descontrolado financeiramente que apenas pretende arrecadar verba imediata a todo o custo, transferindo o défice do Estado para o seu subsector empresarial, e assim esconder a verdadeira dimensão do défice ‘varrendo-o para debaixo do tapete’.”

Para o deputado, este é um “procedimento ruinoso para o próprio Estado com as escandalosas rendas mensais que fica a pagar de imóveis que eram seus, e obrigando as suas empresas participadas a adquirir os imóveis, endividando-se junto da Banca para o poderem fazer”. Altino Bessa/CDS

Se quiser continuar a navegar por este mar ofensivo do interesse nacional… prossiga.

Em baixo um artigo que explica os contornos obscuros que tem envolvido este processo, algo incompleto, devido à falta de respostas do governo a alguns pedidos de informação.

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