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2 milhões de euros por ano, só para 17 reformados da CGD

Ainda há quem seja contra a urgência de se fazerem reformas na Segurança Social? Com os trafulhas à solta, doutorados em ir ao pote dos pobres, conhecedores de todas as manobras de rapinagem que existem, dotados do maior descaramento e impunidade, ou alguém os trava ou o pote esgota-se.

Vejamos alguns exemplos…

1º – O ex-presidente da CGD, Santos Ferreira, subiu ao escalão máximo da empresa – o nível 18 – dois dias antes de sair para o BCP. Interessante… mas não ficou satisfeito com a jogada suja

2º – Ainda convidou dois ex-vogais do conselho de administração para a reforma antecipada por inadaptação, através de um acordo que permitiu aos dois colaboradores continuarem a trabalhar em empresas privadas. O preço das duas pensões para o Estado é de 236 mil euros por ano, continuando os dois a desempenhar altos cargos em instituições privadas.

3º – O abuso é imenso 17 ex-administradores da CGD recebem dois milhões em reformas por ano

4º – Muitos continuam no activo, basta não ser no público, acumulando com grandes cargos que garantiram por terem pertencido à elite.

5º- Há quem defenda que as reformas deveriam ser suspensas, enquanto se está no activo, as reformas são uma tábua de salvação não são um brinde ou um jackpot, que é como os poderosos as utilizam.

6º – Há quem defenda que as reformas deveriam possuir um tecto e haver ajustamentos nesse sentido.

7º – Celeste Cardona, afirma que é urgente rever-se estas situações, pois há pessoas a receber reformas douradas, apesar de terem feito poucos descontos.

Alguns nomes dos bafejados… “(…) entre os quais estão Mira Amaral, Celeste Cardona, João Salgueiro, Almerindo Marques, Faria de Oliveira, António Tomás Correia e Carlos Oliveira Cruz.”

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