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14 MILHÕES POR ANO SÓ PARA SALÁRIOS DE 253 GENERAIS! O QUE ACHAM?

A noticia saiu em 2011 e foi copilada com mais informação. Mas, de certeza que nos dias que correm não deverá haver muita diferença. Podemos ser um país perto da bancarrota mas as forças armadas são um paraíso paralelo de ostentação, que faz inveja a muitos países ricos.

Vejamos…

– 51 milhões de euros em 37 tanques (2009)

– 130 milhões de euros em 10 helicópteros (2011)

– 1 026 mil milhões em submarinos (2010)

– 14 milhões/ano só salários de generais.

– 1057,8 milhões de euros com salários (55,7% do orçamento)

– Governo pede que dispense 3 mil praças para fazer face à crise. O exército contratou mais de 1000 sem autorização. (2011)

– Estado português gastou 32,2 milhões de euros em 2010 em armamento, formação e obras para os dois novos submarinos da Marinha. Em 2011, os compromissos financeiros respeitantes à manutenção dos dois submarinos ascendem a 24 milhões de euros: 21,4 milhões para «Fornecimento Logístico», 2 milhões para «Armamento Mísseis» e o restante na «Missão Construção e Material».

– Mais uma grande aquisição de Portugal à Alemanha, 37 tanques dos mais caros e melhores. 51 milhões para guardar numa garagem durante décadas.

– Veja em baixo detalhes de quantos militares o governo e o povo português têm que sustentar. E como os americanos descrevem a anedota do exército português.

Noticias que atestam o acima escrito.

O Chefe do Estado-Maior do Exército reafirmou esta segunda-feira a aquisição de dez helicópteros pelo Governo português, numa compra orçada em cerca de 130 milhões de euros, valor que inclui manutenção por dez anos”.

“Submarinos adquiridos pelo governo português terão custo adicional de 330 milhões de euros.”

“O Exército incorporou este ano mais de um milhar de voluntários, na categoria de praças, sem ter autorização do Governo, avança o DN. O caso ocorre num contexto de redução obrigatória de 3.000 contratados até Setembro deste ano, aprovada em 2010.”

“O Exército português vai comprar à Holanda 37 carros de combate Leopard 2A6, um dos mais modernos e eficazes equipamentos do género actualmente ao serviço de diversas forças armadas europeias, por 51,5 milhões de euros.

253 generais custam aos cofres do Estado cerca de 14 milhões de euros por ano.
Como o Decreto-Lei 202, de 3 de Junho de 1993, fixa um total de 83 generais para os três ramos das Forças Armadas, verifica-se que existem 41 generais acima do estabelecido por lei.

As despesas com pessoal vão absorver 55,7 por cento do orçamento do Ministério da Defesa, em 2007. Segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2007, no próximo ano os gastos consolidados com pessoal vão ascender a 1057,8 milhões de euros, um valor que representa mais de metade de uma despesa total de 2046,6 milhões de euros.

A despesa com a aquisição de equipamentos militares, não ultrapassa os 311,6 milhões de euros, uma verba muito inferior aos gastos de 1057,8 milhões de euros em despesas com pessoal.

MARINHA

Tem um efectivo de 10 340 homens: estão no Quadro Permanente (QP) 1490 oficiais, 2390 sargentos e 3660 praças. No Regime de Contrato (RC) estão 2800 homens.

EXÉRCITO

Tem um efectivo de 21 965 militares: estão no QP 2915 oficiais e 4190 sargentos. Em RC estão 14 860 homens.

FORÇA AÉREA

Tem um efectivo de 7520 homens: estão no QP 1510 oficiais e 2380 sargentos. Em RC estão 3630 militares.

“A Marinha conta com mais almirantes no activo e na reserva em efectividade de serviço do que o número de navios em actividade operacional. Ao todo, no final de 2008, existiam 52 almirantes em situação efectiva de serviço, um número superior aos 40 navios operacionais referidos no relatório e contas do Ministério da Defesa de 2007. No total de 40 navios, 24 são lanchas de fiscalização, fragatas e corvetas.”

Uma análise realizada pelos americanos ás forças armadas portuguesas, ridicularizou o despesismo, a incompetência e a inércia.

“Um país de generais sentados

“Há uma cultura nas Forças Armadas em que, quase sempre, a melhor decisão que se pode tomar é não tomar decisões, dizem os americanos. Até para uma banda tocar é preciso autorização de topo.

Como a maioria dos aliados da NATO, Portugal encontra-se abaixo do padrão oficial que determina 2% do PIB para o orçamento de defesa. Portugal está nos 1,3 por cento e gasta esse dinheiro de forma imprudente. Portugal tem mais generais e almirantes por soldado do que quase todas as outras forças armadas modernas: 1 para cada 260 soldados. Em comparação, os Estados Unidos têm um rácio de 1 para cada 871 soldados”. Mais: existem ainda “170 generais adicionais que recebem o ordenado por inteiro enquanto se mantêm inativos na reserva”.

“EUA dizem que Portugal compra “brinquedos caros e inúteis” por “orgulho” “No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)”, lê-se num pequeno parágrafo a meio do telegrama de seis páginas citado pelo Expresso.”

De notar que por questões de segurança as compras hiper-milionárias do ministério da defesa estão, por lei, isentas de concurso público? (Segredo militar?) Ficará assim mais claro porque razão se efectuam tantas compras inúteis e com casos de corrupção neste mesmo sector?

NOTICIAS NO FINAL DE 2012

– “Forças de segurança vão receber um aumento de 10,8% OE 2013.

Miguel Macedo garante aumento na ordem dos 10,8% para PSP, GNR e SEF O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse hoje que as forças e serviços de segurança vão receber, em conjunto, um aumento de 10,8 por cento em 2013.”

– “Portugal é o terceiro país da Zona Euro com mais polícias.

Portugal está na frente do pelotão europeu em duas vias: despesa pública com segurança e ordem pública e número de polícias por habitante. No primeiro caso, o Estado português é apenas ultrapassado pelo eslovaco na dimensão dos seus gastos nesta área, com 2,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) aí alocado, o que compara com 1,8% na média da Zona Euro.”

– “A despesa de Portugal com Defesa é superior à média da Zona Euro ultrapassando-a no pagamento de salários e nos consumos intermédios.”

– Portugal tem em efetividade de funções cerca de 190 generais, dos quais quase mais de 60% exercem cargos em organismos fora das Forças Armadas. Por ano, a despesa com as remunerações desses militares ascenderá a 11 milhões de euros. Caso o Governo dê aprovação à proposta do Conselho de Chefes de Estado-Maior para a promoção de 30 generais em 2013, é provável, segundo fontes do setor, que alguns dos militares com esse posto possam vir a ser colocados na situação de supranumerário.

Segundo a Wikipédia – Esta categoria contém as seguintes 3 subcategorias (de um total de 3).

A [×] Almirantes de Portugal‎ (70 P) – G [×] Generais de Portugal‎ (240 P) – M [×] Marechais de Portugal‎ (32 P)

– Salários disparam na GNR. O novo regime remuneratório dos militares da GNR, prevê um aumento de 5,5 por cento no Suplemento por Serviço nas Forças de Segurança, que passará a ser de 20 por cento da remuneração base mensal. A este aumento acresce também, por força da nova tabela remuneratória única, aumentos no salário base que variam entre 55 euros, para um guarda, e 309 euros, para um capitão. Acima desta ordem de grandeza está o comandante-geral da GNR, que terá um vencimento base mensal de 5372 euros, mais 1436 euros do que em 2008.

TABELA SALARIAL

Salários mínimos e máximo na GNR, segundo a nova tabela:

Comandante-geral: 5 372€

Segundo comandante-geral: 4 548€

*Tenente-General: 3 930 a 4 136€

*Major-General: 3 518 a 3 724€

Coronel: 2 900 a 3 261€

Tenente-Coronel: 2 694 a 2900€

Major: 2 385 a 2 643€

Capitão: 2 025 a 2 282€

Tenente: 1 613 a 1 767€

Alferes: 1 407 a 1 458€

Sargento-Mor: 1 870 a 1 973€

Sargento-Chefe: 1 767 a 1 879€

Sargento-Ajudante: 1 613 a 1 767€

1.º Sargento: 1 407 a 1 613€

2.º Sargento: 1 201 a 1 252€

Furriel: 1 149€

Cabo-Mor: 1 510 a 1 561€

Cabo-Chefe: 1 355 a 1 510€

Cabo: 1 149 a 1 407€

Guarda-Principal: 1407 a 1304€

Guarda: 789 a 1 201€

Não se pretende aqui mostrar que todos ganham bem e que há pessoal a mais, mas sim provar que este é o panorama típico do Portugal sem remédio. Para os parasitas ganharem bem e terem tacho, os que trabalham, têm que ganhar mal e ir para o desemprego.

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